Escreve o MEC: “Podemos até achar graça aos tuk-tuks e às donas elviras, mas é um atentado à dignidade de Lisboa vê-la reduzida a um cenário e um conjunto de fachadas, mantidas para evocar, para efeitos excursionistas e fotográficos, uma cidade e uma história que já não existem há muitos séculos.” https://www.publico.pt/2024/07/18/opiniao/cronica/novo-incendio-chiado-2097877

Dois título da mesma semana (ou o executivo de Carlos Moedas na Câmara Municipal de Lisboa em dois actos):

"Rede ciclável de Lisboa é insegura e cheia de lacunas, mas Moedas promete melhorá-la"

"CML muda estacionamento [em rua 30+bici] contra manual de boas práticas da própria CML"

Fundos ambientais, planos nacionais de energia e clima, semanas da mobilidade.

Tudo muito bonito, mas as despesas de manutenção e reparação de bicicletas ainda não são dedutíveis em IRS, como acontece com automóveis e motociclos.